
Ela pedia para que não, quase que implorava, e talvez aquilo fosse o maior erro dela, pois ele ir não faria diferença, e se fizesse, seria melhor!
- Não posso ficar, não tem condições! - ele tentava explicar
- Mas eu posso ser tudo de melhor- sua insistencia permanecia, seu orgulho, e seu vicio por ele!
- Eu tenho medo do certo sabe? Não sei o que é certo e as vezes nem se ele existisse! - ele tenta explicar!
- Mas o que é certo, é certo, e não é mudado!- ela!
- Se não é mudado, por que voce faz isso, como faz isso? Como consegue tornar o certo em duvidoso?
Ele a olhava como se o que ela fizesse não fosse normal, talvez porque realmente não era, mas ela não se incomodou, alias, ela gostou daquilo, poderia até dizer que adorou, o deixou ir sem peso na consciencia, ja sem mais insistencia, porque o certo e previsto naquele momento era ela insistir mais um pouco, ou chorar quando ele fosse, mas nada.
Pois o certo e esperado, foi mudado de novo!
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