quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Soneto de Separação

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.

Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011
















Ganhe o respeito dos demais tendo a ousadia de ser voce mesmo!


terça-feira, 24 de maio de 2011


Estou apaixonado pela Summer. Amo o seu sorriso, seu cabelo, seus joelhos, a marquinha de nascença de coração que ela tem no pescoço, amo como ela lambe os lábios às vezes antes de falar, o som da risada dela, o jeito que fica quando está dormindo. Amo que ouço uma música sempre que penso nela. Amo como ela me faz sentir. Como se tudo fosse possível, tipo... como se a vida valesse a pena.

Eu odeio a Summer. Odeio seu dente torto, seu cabelo estilo 1960, odeio seu joelho nodoso, odeio sua manchinha que parece uma barata no seu pescoço, odeio como umedece os lábios antes de falar, odeio o som da sua risada... Odeio esta música.
- Ela acreditava em anjos e, porque acreditava,
eles existiam!






@jeestephanie

quinta-feira, 21 de abril de 2011








Coincidência. É o que tudo é. Nada mais que coincidência.

- O que foi?
- Voce faz parecer que é facil!

- Hahá

- ?





-É porque é!
-Mas isso é impossivel
















-Só se voce acreditar que é!